Promessas de Deus



"Glória a Deus por Suas maravilhas, pela Sua grandeza, Glória a Deus!"
"O meu Deus é o Deus do impossível, Jeová Jiré, o grande El Shadai."
"Deus me chamou, eu disse: Eis-me aqui. Vou Te adorar, o meu prazer é Te servir!"



É, irmãos. Com Deus é assim: Ele chama, Ele capacita, Ele abre as portas e o impossível aos olhos humanos acontece. Não adianta os outros dizerem que as coisas não acontecerão, pois Deus é o Deus do impossível. E eu, a cada dia, posso provar em minha própria vida os milagres de Deus para mim.

É por conta disso que darei meu testemunho hoje. É um testemunho que mistura um pouco com o da minha mãe. Para entender a situação, vou começar lá atrás.

Quando eu tinha pouco mais de um ano, minha mãe tinha um bebê, meu irmãozinho, de nove meses de idade. Ele era gordinho, forte, saudável. E então, tivemos uma doença contagiosa. A única, graças ao bom Deus, que não pegou esta doença, a Varicela, um tipo de catapora, foi mamãe, que passou a cuidar de nós. Meu pai foi o primeiro. Ele ficou cheio das bolhas. Seu rosto ficou transformado, quase irreconhecível. Não aguentava usar roupas, o banho era um tormento. Não havia um só lugar em seu corpo que não houvesse aquelas bolhas. E então, elas começaram a sarar. E aí, foi a minha vez.

Graças a Deus, eu não tive tantas bolhas assim. Minha recuperação foi rápida, a doença em mim se manifestou sem muita força. E então, meu irmãozinho pegou.

E nele foi como com meu pai. Ele ficou cheio das bolhas. Mas elas também se foram. O problema foi depois.

Quando Junior estava sarado, ainda havia uma pequena bolhazinha em sua barriga. Sem que mamãe percebesse, ele a coçou, e então, uma bactéria do ar penetrou ali, dando-lhe uma reação rápida. Pensando se tratar de recaídas da doença, mamãe o tratou, mas não foi o suficiente, pois se tratava de uma septicemia.

Mamãe correu com o garoto nos braços para o hospital, mas o médico fez tudo o que podia, dizendo ser muito tarde. Ele gemia com as dores constantes, sofrendo bastante, até que cansou de chorar. Depois de algumas horas, ele simplesmente parou de gemer, como se as dores tivessem totalmente cessado. Mamãe estava ao lado do berço no hospital, e meu pai à cabeceira. Ele olhou para mamãe e sorriu. Depois, esticou-se para olhar para meu pai, sorrindo também. Mamãe sentiu que ele estava se despedindo e chamou papai para ficar a seu lado. Feito isso, o bebê olhou para meus pais, sorriu, e seus olhos pararam naquele momento.

Em seguida, mamãe ficou desesperada. Não aceitou, naquele momento, a morte do meu irmãozinho. Dizia: "Ele precisa de ar..." então, pegou o corpinho imóvel e foi até um nebolizador, pedindo à enfermeira que o ligasse. Ela fez a vontade de minha mãe, apenas por respeitá-la naquele momento de dor, mesmo sabendo que o nebolizador não faria diferença. Mamãe passou alguns minutos nesse estado, até cair em si. Controlada, entregou o aparelho. Então entregou-o aos médicos. Ela entendeu e aceitou a morte naquele momento.

As enfermeiras o levaram para exames.

O enterro foi rápido. Mamãe me mandou para a casa de uma vizinha, para que eu não visse nada. O caixão era branco e pequeno, as flores apenas o cobriam nas pernas até a cintura e uma de suas mãozinhas estava em seu peito, segurando uma rosa vermelha. Ele parecia dormir. Mamãe se despediu dele, e pegou a rosa, que guardamos até hoje, desidratada no álbum de fotografias dele, junto com uma mecha de cabelo que mamãe cortou uma semana antes da morte e guardou em sua Bíblia.

Pouco tempo depois desse episódio, eu me senti mal. Fui levada a diversos médicos, me queixando de dores no abdômen e na garganta, mas ninguém descobriu nada. Até tirarem um raio-x.

Fui levada a um médico cardiologista, pois estava com Miocardite. Meu coração estava bastante crescido, e pressionava alguns órgãos meus. Por isso as dores no abdômen e na garganta. Eu também tinha um sopro no coração.

Diversos exames foram feitos. Eu tinha sempre que viajar para uma cidade vizinha, Campo Mourão-PR, pois na cidade em que eu morava não tinha os médicos de que eu precisava.

Um deles disse que, se eu sobrevivesse, eu tomaria remédios controlados para o resto da vida. Passei meses tomando alguns remédios. Isso ocorreu em 1983.

Numa noite, mamãe estava comigo, e sentiu algo diferente. Ela queria um novo exame. Queria me levar para Campo Mourão para fazer novos exames. Papai não queria que ela se decepcionasse novamente, e foi contra. Mas mamãe estava muito confiante, e então fomos todos. Chegando lá, o médico me examinou e não acreditou. Comparou os exames antes e depois e constatou: EU ESTAVA TOTALMENTE CURADA. Meu coração era totalmente saudável, como se nunca tivesse passado por qualquer inflamação ou inchaço, não tinha nenhum sopro. Era totalmente saudável.

Eu, que segundo os médicos da época teria que tomar remédios controlados e não fazer esforço físico, fui atleta de natação por um clube próximo à minha casa em Recife, dos oito aos treze anos de idade. Em seguida, fui atleta de basquete pela escola que estudei, dos treze aos dezessete anos.

DEUS ME SALVOU! GLÓRIA AO NOME DELE!

Deus me salvou para sua obra, e eu hoje estou aqui para contar essa história. Ainda passei por muitas outras coisas, que contarei em outro momento. Mas posso dizer que Deus não queria que eu morresse. Mais ainda do que isso: Ele não queria que eu fosse FISICAMENTE INCAPAZ. Ele queria meu corpo saudável, para que eu fosse completamente capaz para a obra que Ele escolheu para mim.

GLORIA SOMENTE AO NOME DELE!!!

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